Como aumentar as vendas

como aumentar as vendas

Quando se trata de vender mais eu gosto muito de uma frase que é: vendas é intensidade.

Vai vender mais quem:

– Ligar mais

– Visitar mais

– Realizar mais reuniões

Não tem muito segredo. O negócio aqui é intensidade, não basta ficar parado culpando governo, crise, concorrente e não tirar a bunda da cadeira.

Quer resultado, bora pegar o telefone, agendar visitas e ir pra rua vender.

2 Dicas para Reduzir o Custo de Produto

Dicas para Reduzir o Custo de Produto

Sempre me pedem é sobre custo de produto. Tenho duas dicas fundamentais para que você tenha cuidado e preste atenção.

1) Preço de compra é diferente de custo do produto

Uma coisa é o preço que está na nota fiscal quando você adquire um produto, outra coisa é saber o que tem de custo envolvido dentro deste preço de compra, o que formaria o custo total do produto. Vamos a um exemplo: eu compro uma caneca a R$10,00 esse é preço que meu fornecedor me fez, agora junto com isso eu tenho que pagar frete, diferencial de alíquota (se comprar de outro estado), etc. Então esse cuidado que temos que ter, pois isso pode diferenciar muito de uma compra ou outra e o mais importante é sempre converse com seu contador para saber e entender esses custos “escondidos” que possam ter.

2) Gestão financeira

Algumas empresas não entendem o motivo de seu concorrente conseguir fazer um preço muito melhor sabendo que compram do mesmo fornecedor. E a resposta para isso é: um tem melhor gestão financeira. Isso mesmo. Quando você tem uma excelente gestão financeira você conhece seus custos e despesas melhor que ninguém e consegue manter uma estrutura da empres enxuta o que faz ter menos gastos que outras empresas. Assim, consegue oferecer produtos com preços mais atrativos, uma vez que não tem tantas despesas no final do mês para pagar.

Como trabalhar a questão da mudança cultural para implantá-la

Como disse Peter Drucker: “A cultura come a estratégia no café da manhã!”. 

Mesmo as pessoas concordando que a mudança é boa, é preciso considerar que mudanças culturais são difíceis de fazer e exige muito acompanhamento. Não é tão simples. 

O ideal é ter sempre apoio da alta administração, ou seja, tem que vir de cima para baixo, não adianta um ou outro quiser, tem que ser TODOS. 

Tem que fazer uma boa comunicação dos benefícios da mudança e começar com um piloto, apenas com parte da equipe, e ir aumentando aos poucos, corrigindo os problemas encontrados e comunicando os resultados alcançados até atingir toda a organização.

Os resultados e benefícios de uma boa cultura organizacional não tem como medir de tão especial que é.

Como superar coronavírus para pequenos negócios

Como superar coronavírus para pequenos negócios

Estamos passando por um momento super delicado por causa dessa pandemia do Coranavirus e precisamos preparar nossos negócios, além da nossa saúde é claro, para superar as dificuldades que virão.

Para isso, listei algumas dicas de como superar coronavírus para pequenos negócios. Estamos aplicando em nossa empresa essas dicas e que você também possa avaliar se vale ou não a pena fazer. Confira.

  • 1 – Reduza o máximo possível despesas
  • 2 – Renegocie com fornecedores, aluguel e bancos
  • 3 – Veja possibilidade de oferecer férias e trabalho home office
  • 4 – Fique atento a novas legislações tributárias e trabalhistas
  • 5 – Agora é hora reforçar vendas online e telefone e reforçar o relacionamento
  • 6 – Foque no seu negócio e não em notícias
  • 7 – Reserva Emergência

Conheça os principais indicadores de vendas

Indicadores de vendas

No nosso dia a dia como empreendedores, precisamos acompanhar diversos indicadores que nos demonstram se a nossa empresa está indo no caminho certo e se precisamos otimizar algum processo.

Quando falamos de vendas isso é ainda mais importante. Neste vídeo você confere algumas das métricas mais importantes para acompanhar no seu processo de vendas e melhorar os seus resultados.

O que quer dizer PDCA? Você sabe?

o que é pdca

PDCA quer dizer, em inglês, PLAN–DO–CHECK–ACT, traduzindo Planejar-Fazer-Verificar-Agir.

Trata-se de uma metodologia/técnica de gestão que consiste justamente nestes quatro passos, e que tem como objetivo melhorar os processos e os produtos de forma contínua.

O modelo se tornou famoso nos anos cinquenta graças a este segundo – o estatístico e professor americano William Edwards Deming, considerado o pai do controle de qualidade nos processos produtivos. 

É importante entender que se trata de um ciclo. Ou seja, todo o processo é constituído por atividades que devem ser planejadas e recorrentes, sem que tenham um fim determinado.

Começa com o P, o Planejamento, momento em que você deve focar a parte estratégica, levantando informações e analisando-as. Depois, parte-se para a prática, o D, quando o que foi planejado deve ser executado. E o que foi executado deve, então, ser verificado, ou checado (C); é o momento em que as ações são avaliadas, e cuja avaliação aplicará uma ação ou um ajuste (A), de forma a corrigir os problemas e as divergências encontradas.

Melhore o ticket médio da sua empresa agora mesmo

O Ticket Médio nada mais é o valor médio que cada cliente compra da sua empresa.

Para calcular basta dividir o total de faturamento pelo número de clientes que fecharam um negócio com a sua empresa. Por exemplo, se sua empresa teve um faturamento de R$ 1.000 vendendo para 10 clientes, então o seu ticket médio é de R$ 100.

Acompanhar este indicador é muito importante para pensarmos em maneiras de aumentar nosso faturamento. Afinal, é muito mais caro conquistar novos clientes do que vender para quem já nos conhece. Neste vídeo você confere algumas dicas para aumentar o seu ticket médio.

ERP é indispensável para sua empresa

Os famosos sistemas ERPs são muito conhecidos e usados em todo o mundo e por diversos tipos de empresa. O motivo de ser extremamente utilizado é porque facilita processos diários, como emissão de obrigações fiscais, pagamento e recebimento de cobranças de clientes e fornecedores, checagem de estoque, e muito mais.Muitas micro e pequenas empresas se limitam o uso de um ERP por causa do valor no investimento. Entretanto, existem diversos modelos e preços de sistemas de gestão que não exige um grande investimento. Porém, ao olhar o custo de um ERP comparado com o tempo gasto com anotações em cadernos e planilhas de excel, será que vale a pena continuar fazendo de forma manual?A questão é mais simples do que parece. Se a sua empresa quer ganhar mais agilidade nos processos, ter mais informações precisas para ajudar você na gestão, saber formar um preço de venda correto ou saber quanto de lucro sua empresa está gerando, é preciso investir, e esse investimento vai ter um custo. Porém é preciso olhar muito mais para os benefícios e retornos que esse investimento irá gerar. Por este motivo, listei alguns motivos para que a sua micro e pequena empresa invista em um sistema de gestão ERP para ajudar você a tomar melhores decisões e consequentemente ter melhores resultados. 

Gestão centralizada

Já deve ter ouvido alguém pedindo onde está os dados do cliente? Onde está os orçamentos? Alguém viu o relatório que fiz do estoque? Ou seja, ninguém sabe onde a informação realmente está. Um ERP tem a capacidade de centralizar todas as informações da empresa e ainda pode cruzar esses dados, evitando retrabalho, gasto de tempo em busca de informações e melhora a comunicação de todos os funcionários. 

Retrabalho nunca mais

Para que perder tempo redigindo alguma informação diversas vezes? Ou gerar aquele relatório manualmente todo fim de mês? Com a ajuda de um sistema isso é realizado automaticamente e com muito mais segurança nas informações. Como temos informações centralizadas de todos setores posso navegar de uma informação para outra e gerar relatórios e consultas com extrema agilidade.

Tempo

Quanto tempo um funcionário demora para criar ou atualizar uma planilha de excel? Quanto tempo leva para a contagem de estoque? Quanto tempo é gasto cobrando cliente? Esses processos demorados ficam extremamente rápidos e simples com o apoio de um sistema. ERP tem integração entre os setores, desta forma uma venda executada já alimenta informações financeiros e de estoque ao mesmo tempo, agilizando assim seu tempo.

Gestão inteligente

O ERP permite olhar a empresa de uma forma mais estratégica. Ele te dá oportunidade de ver históricos passados e projetar um planejamento e metas para os próximos meses com base em informações concretas. Além disso oferece painéis que lhe dão uma visão geral de suas finanças, vendas, estoque para que você possa acessar as informações em tempo real.  Assim, os gestores das empresas conseguem integrar os dados de todos os departamentos, permitindo que seja feita uma análise ampla e consolidada dos resultados obtidos.

Redução de erros e fraudes

O sistema ERP permite você realizar uma análise completa de todos os processos da sua empresa. Desta forma, decisões a respeito do que comprar, podem ser tomadas coletando informações no sistema evitando compras em excesso ou mal planejadas. Isso evita desperdício de dinheiro. 

Padroniza e moderniza os processos

Com um sistema de gestão os processos empresariais são automatizados, eliminando desta forma os processos lentos, antigos, uso de papeis e processos manuais. 

Tempo de resposta

A sua empresa repassa informações como demanda de compras para fornecedores, orçamentos para cliente, cobranças financeiras de uma forma mais rápida, tornando esse procedimento mais eficiente e, consequentemente, reduzindo o tempo de espera e tornando o serviço oferecido ao cliente ou fornecedor mais veloz.

Vantagem competitiva

Um dos principais motivos para as empresas usarem um sistema ERP é manter sua vantagem competitiva. É necessário modernizar, parar com processos manuais, que aumentam os riscos de erro, e adotar uma cultura baseada na alta performance.

Essas e muitos outros benefícios podem ser encontrados no ErpSoft, um software desenvolvido para atender as suas necessidades. Não deixe sua empresa parada no tempo é indispensável investir em tecnologia e desta forma agilizar os processos e obter os resultados desejados.

Como aumentar seu ticket médio

ticket médio

Ticket médio nada mais é do que o valor médio gasto por cada cliente em sua empresa. 

Temos que fazer com que cada cliente no momento que faz uma compra conosco compre o máximo de coisas possíveis para aumentar esse valor. Pois é muito mais interessante 2 clientes comprando 50 reais cada um do que 10 comprando 10 reais, essa é a ideia.

O ticket médio é calculado a partir da soma de todas as vendas realizadas, em um determinado período, dividido pelo número de clientes que compraram nesse intervalo.

Suponha que uma loja tenha realizado 10 vendas em um dia, com os seguintes valores: R$ 200, R$ 300, R$ 150, R$ 75, R$ 33, R$ 55, R$ 500, R$ 90, R$ 100 e R$ 80.

Logo, o faturamento total foi de R$ 1.583. Dividido pelas 10 vendas temos o ticket médio de R$ 158,30.

Agora que já sabe como calcular, vamos para 9 dias de como você pode aumentar o ticket médio da sua empresa. Espero que ajude.

1- Ofereça produtos ou serviços complementares

A ideia aqui é que você faça uma análise das suas vendas e entenda os hábitos de compra dos clientes. Entenda exatamente o que seu cliente gosta na sua loja. Quando ele realiza alguma compra de um produto o que mais ele compra junto. Verifique o que mais é oferecido no fechamento do negócio. Por exemplo, quem compra um celular já oferece na venda uma capinha de celular junto com um fone de ouvido etc. Isso faz com que o cliente compre mais e deixa mais satisfeito com o serviço completo.  Outra dica é montar combos ou kits fazendo com que o cliente compre o combo por ser mais vantagem mas aumenta o seu ticket.

2- Mantenha contato

É muito mais custoso vender para novos clientes do que vender para já clientes. Por este motivo, faça um trabalho com a base de clientes atuais. Entre em contato com frequência por e-mail, telefone, WhatsApp, etc. Mostre as novidades que você tem, envie dicas e cases de outros clientes.

3- Incentive a indicação

Faça planos para seus clientes trazerem seus amigos para comprar e ofereça cupons de desconto ela indicação. Assim eles ficam contentes por ganharem desconto nas próximas compras e você ganha um cliente novo.

4 – Frete grátis

Oferecer frete grátis é excelente para incentivar o seu cliente a gastar um pouco a mais para garantir o frete grátis. Desta forma o cliente pensa se vale a pena ele pagar o frete ou incluir mais um ou dois produtos para ganhar o frete grátis.

5 – Cartões presente 

Cartão presente fidelizam o cliente e ainda incentivam a gastar mais. Defina a cada valor gasto o cliente ganha um cartão presente de determinado valor, desta forma incentiva ele comprar mais alguma coisa para utilizar esse cartão presente.

6 – Descontos por quantidade

Esse é o famoso pague por 4 e ganhe 5. Incentiva o cliente a comprar um quantidade um pouco maior para garantir um ou dois de brinde. Assim ele gasta um pouco mais com você.

7 – Mais produtos

Oferecer uma gama maior de produtos é muito legal para fazer o cliente comprar mais. Por exemplo: se você vende cadernos por que não vender também canetas, estojos, etc? Assim faz o cliente adquirir mais produtos. Analise que outros produtos seriam interessantes vender na sua empresa para fazer os clientes comprarem mais.

8 – Brindes

Quem não gosta de um brinde? Essa dica é para fidelizar o cliente, fazer ele se sentir especial e indicar a sua empresa para mais gente.

9 – Treine seus vendedores

Essa dica é uma das mais importantes na minha opinião. De nada adianta o cliente entrar na sua loja e ser mal atendido ou o cliente compra um item e o vendedor nem fez esforço em perguntar se o cliente desejaria mais alguma coisa. Então, faça treinamentos constantes para seus vendedores, invista nisso para ter resultados melhores na frente.

Então pessoal seria isso, espero que tenham gostado! Até.

Como calcular o preço de venda do seu produto?

como calcular preço de venda

A formação do preço de venda é certamente uma das tarefas mais importantes e mais complicada para todos empresários. Ainda mais que, para evitar prejuízos, é necessário que o empresário considere diversos fatores na hora de precificar um produto.

Por este motivo este artigo vai ajudar você no cálculo do preço de venda do seu produto.

Composição do Preço de Venda

A composição do preço de venda dos produtos para os clientes depende de alguns elementos, tais como: despesas fixas, custos variáveis, concorrência, entre outros.

Juntamente com os custos e despesas, temos que lembrar de definir o lucro que desejamos para nosso produto. Afinal, temos que garantir a lucratividade do negócio e poder crescer de forma sólida e saudável.

Antes de mais nada, é bom lembrar que a definição do preço de um produto dependerá de um equilíbrio entre o preço de mercado e o valor de venda calculado para o seu seu produto. No preço calculado existem diversos elementos necessários para precificar, como já citado. Vamos à alguns exemplos deles:

  • Despesas fixas: toda despesa relacionada à estrutura da sua empresa, por exemplo, às administrativas e comerciais – aluguel, energia elétrica, telefone, IPTU, contador, salários, encargos sobre salários (férias, 13º salário, FGTS, rescisões contratuais), entre outros.
  • Custos variáveis: todo custo relacionado à fabricação e compra de um produto – matéria prima, compra mercadoria de fornecedores, custos de produção, entre outros.

Além disso, temos ainda como custos variáveis o frete da mercadoria vendida, comissão dos vendedores e carga tributária. Este último, vai depender do sistema tributário em que a empresa está enquadrada e os tributos incidentes sobre o preço de venda do seu produto. Além disso, vale lembrar dos impostos que incidem sobre a compra de seus produtos, como a substituição tributária e o diferencial de alíquota.

O que é o Diferencial de Alíquota

O diferencial de alíquota de ICMS é uma tentativa de igualar condições na compra de produto com fornecedores de outros Estados do seu. Assim, se comprar mercadoria de outro Estado, você precisa recolher a diferença de alíquota praticado no Estado de origem e a praticada no seu Estado. Vamos a um exemplo rápido:

Supondo que sua empresa seja de Rio Grande do Sul (RS) e compre R$1.500,00 de mercadorias de um outro Estado, como por exemplo Santa Catarina (SC). Entre SC e RS a alíquota do ICMS é de 12% e no RS a alíquota dentro do Estado é de 18%. Contudo, esta diferença a ser recolhida de ICMS será de 6% sobre o custo do produto, ou seja, R$90,00 (R$1500,00 x 6%). Sendo assim, o custo total desta mercadoria será de R$1.590,00.

Agora que já entendemos o básico das despesas e custos envolvidos, vamos entender melhor cada um deles.

Como calcular as despesas fixas no preço do produto

Antes de mais nada, vamos entender o que é despesas fixas. As despesas fixas são gastos que acontecem independentemente de ocorrer ou não vendas na empresa. Em outras palavras, são gastos que se não existir nenhuma venda você terá essa despesa de igual forma. Assim, se você tem todas essas informações referente as despesas fixas será possível apurar as seguintes informações:

  • quanto esses gastos representam do valor das vendas;
  • quanto preciso vender para pagar as despesas fixas (ponto equilíbrio);
  • quanto considerar no preço de venda que contribua para pagar as despesas fixas.

Para considerar as despesas fixas no preço do produto primeiramente precisamos saber o quanto estas despesas representam sobre as vendas. Para chegar nesse percentual, o mais comum entre as micro e pequenas empresas é utilizar a base de volume de vendas.

Sendo assim, o cálculo é feito dividindo o total das despesas fixas da empresa pelo total de vendas do período. Conforme fórmula abaixo:

Total das Despesas Fixas ÷ Total das Vendas x 100.

O resultado indica o percentual (%) que as despesas fixas representam sobre as vendas.

IMPORTANTE: O ideal é fazer esse cálculo com o total de despesas fixas e o total de vendas do período de um ano. Dessa forma o resultado irá conter a média de 12 meses, levando em consideração todos os picos e baixas nas vendas.

Vamos ver um exemplo prático:

  • Valor total das Despesas Fixas (anual) = R$ 36.000,00
  • Valor total das Vendas (anual) = R$ 240.000,00
  • Despesas Fixas sobre as Vendas = (R$ 36.000,00 ÷ R$ 240.000,00) x 100
  • Despesas Fixas sobre as Vendas = 15 %

Esse resultado deverá ser considerado para a formação do preço de venda de seus produtos.

Como calcular os custos variáveis no preço do produto

São os valores gastos quando se realiza vendas dos produtos. Ou seja, a cada venda que é realizada, você deve identificar quais os custos que estão diretamente ligados a ela. Normalmente são considerados os impostos sobre a venda, bem como a comissão de vendedores e o próprio custo de compra do produto ou matéria prima.

Além do exemplo acima, em algumas empresas temos as taxas de cartões de crédito e débito que também devem ser consideradas. Assim, com todas essas informações referente aos custos variáveis em mãos, será possível:

  • estabelecer melhor os preços de vendas dos seus produtos;
  • conhecer melhor o valor total do custo de seus produtos;
  • maior precisão nos resultados das vendas;
  • mais segurança ao aplicar descontos e promoções.

Para calcular os custos variáveis no preço do seu produto, pense na seguinte situação: quando eu vender um produto, quais são os custos, taxas ou descontos que são descontados diretamente na minha venda. Vamos a um exemplo:

Digamos que se caso vendermos um produto por R$2.500,00, identifique os custos que devem ser pago:

  • Impostos sobre venda e/ou faturamento: = 4%
  • Comissão de Vendedores: 3 %
  • Taxa de cartão: 3,5%

Assim, teremos um total de 10,50% de custos variáveis, que são pagas quando a venda é realizada. Só para exemplificar: 

Despesas variáveis = R$262,50, ou seja, (10,50% de R$2.500,00)

Resumindo

Praticando estas etapas na sua empresa, você conseguirá ter os custos da empresa e os custos das mercadorias vendidas que podemos assim resumir:

  • + Valor de Custos das Mercadorias
  • + Despesas Fixas (% sobre as vendas)
  • + Custos Variáveis (% impostos, % comissões, taxa de cartão, etc.)
  • = Custo Total da Mercadoria

Agora vem a cereja do bolo: O nosso lucro.

Margem de lucro, como definir

Primeiramente você precisa saber as despesas fixas e os custos variáveis do seu produto, conforme já explicado aqui. Logo após, é possível definir a margem de lucro que sua empresa pretende obter. Lembrando, que a margem de lucro deve ser levada em conta o que o mercado está praticando. Em outras palavras, seu lucro tem que ser justo e competitivo, deve existir um equilíbrio entre o preço de venda do seu produto com o que o mercado está aplicando. 

Markup: o que é e como calcular

Definido todas as etapas anteriores, é hora de conhecermos um índice de comercialização. Uma fórmula matemática que considera algumas variáveis para gerar um índice para cálculo. Esse índice é chamado Markup e é utilizado para a formação do preço de venda dos produtos. A fórmula é:

100 / [100 – (% DF + % CV + % L)]

Onde:

  • 100 representa o preço unitário total de venda em percentual;
  • DF para Despesa Fixa;
  • CV para Custo Variável;
  • L para Margem de Lucro.

Um exemplo prático para usar essa fórmula pode ser uma micro e pequena empresa que é optante pelo Simples Nacional, com alíquota de 4% sobre o faturamento. Como despesas fixas, tais como: aluguel, salário, telefone, aluguel, entre outros, que totalizam 15% do faturamento da empresa.

De custos variáveis como: embalagens, imposto e o frete, representam 20% do custo do produto. Por fim, a margem de lucro que a empresa pretende é de 25%. Então a fórmula fica:

100 / [100 – (% DF + % CV + % L)]

100 / [100 – (15 + 20 + 25)]

100 / (100 – 60)

100 / 40

Markup = 2,50

Em resumo, o markup a ser aplicado para cálculo do preço de venda é 2,5. Por exemplo, temos o custo de um produto R$ 120,00, multiplicando pelo markup, o produto deve ser vendido por R$ 300,00. Dessa forma, o valor final cobre o custo de compra, as despesas fixas, custos variáveis e sobra 25% do lucro desejado.

Preço de Venda = 120,00 x 2,50 = 300,00

Vamos para mais um exemplo prático. Vamos considerar que seu produto ou serviço custa R$50,00, e que você tem os seguintes índices:

CV=10%, DF=10% e L=10%

Aos cálculos:

100 / [100 – (% DF + % CV + % L)]

100 / [100 – (10 + 10 + 10)]

100 / (100 – 30)

100 / 70

Markup = 1,4286

Assim, basta multiplicar o valor do markup pelo custo do produto ou serviço. Ou seja:

Preço de Venda = 50,00 x 1,4286 = 71,43

Consegui ajudar nos primeiros passos para formação do preço de venda de seus produtos? Deixe seu comentário.