Passos para um diagnóstico financeira

diagnóstico financeiro

O setor financeiro é o coração de uma empresa. Afinal, é ele que garante recursos para manter todo o negócio em ordem. É por este motivo que devemos garantir que ele esteja em bom estado e funcionando perfeitamente.  E a melhor maneira para fazer isso é através de um diagnóstico financeiro periódicos.

Uma pessoa obesa, que come gordura todo o dia e não vai ao médico regularmente tem muito mais chances de problemas de infarto do que uma pessoa que vai ao médico ao menos uma vez por ano e que cuida da sua saúde. Não é mesmo?

Quando falamos em empresas é a mesma coisa. Isso é o que pode acontecer se tivermos uma estrutura grande e não buscarmos reduzir custos, nem fazer diagnósticos financeiros. Provavelmente teremos resultados menores do que uma empresa que mantém tudo na ponta do lápis. Principalmente em épocas de crise econômica.

Neste post você conhece as principais estratégias para fazer um diagnóstico completo.

Por que fazer um diagnóstico financeiro?

Como dito anteriormente, um dos principais motivos para fazer o diagnóstico financeiro de sua empresa é entender a sua saúde. Afinal, só assim é possível entender se você está tendo resultados ou prejuízos no seu negócio.

Por exemplo, imagine que seu fornecedor apresentasse uma oferta especial. Ele te oferece para comprar uma grande quantidade por um preço abaixo da tabela. Parece tentador, não? Mas como saber se este tipo de investimento é viável e se é realmente necessário? E se, ao fazer o investimento você comprometesse parte dos recursos utilizados para pagar a sua folha de pagamento?

Este é um dos motivos para conhecer a realidade do seu negócio. O diagnóstico financeiro norteia e aponta a viabilidade de novos investimentos.

Outra vantagem é que você passa a conhecer os custos, despesas e receitas do seu negócio. Assim você coloca uma luz sobre os números e consegue traçar estratégias e metas claras para melhorar lucros e resultados.

Passo-a-passo como fazer um diagnóstico financeiro empresarial

Existem alguns passos que você pode seguir para a realização de um diagnóstico financeiro empresarial. Como dito anteriormente, ele aponta um norte para reduzir custos e despesas, otimizar resultados e diminuir problemas de fluxo de caixa. Para fazer o diagnóstico financeiro, primeiramente você precisa juntar os seus controles financeiros, como planilhas, anotações em papéis, extratos bancários e outros controles que tiver. 

Importante salientar que, independentemente da situação, você deve sempre fazer um controle financeiro de todas as entradas e saídas.

Vamos ao passo a passo para fazer o Raio X financeiro da sua empresa.

1 – Conheça o seu faturamento

O primeiro ponto para uma boa análise financeira é conhecer o quanto você arrecada em determinado período. Determine qual o valor total arrecadado no mês e discrimine cada uma das entradas de recursos. 

Para facilitar a compilação dos dados, você pode criar uma tabela no excel para controle diário, em que registra o valor recebido e a origem deste recurso. 

Assim você garante o controle de quanto entrou de dinheiro em determinado mês,quais as principais fontes de recursos, quais os clientes que realizaram pagamentos e quem ficou inadimplente.

2 – Identifique seus custos e despesas

Agora que você já conhece bem o seu faturamento, o próximo passo é identificar todas as suas despesas fixas e custos variáveis criando categorias para analisar as possibilidades de redução de custos. 

Separe cada uma das suas despesas fixas para entender o quanto gastou em determinado período com salários, aluguel, telefone, energia elétrica, água, entre outros. E também crie categorias para seus custos variáveis como matéria-prima, custos de produção, fretes, impostos, comissões, entre outros.

3 – Qual é o saldo a receber?

Você sabe qual o valor exato que sua empresa tem para receber? Muitas vezes, para fechar um pedido, precisamos parcelar, recebendo o montante total aos poucos. Por isso, é preciso manter um controle para que saibamos quais são os clientes devedores e quanto dinheiro ainda temos a receber.

4 – Quais são as suas dívidas?

Saber o quanto você tem para receber é importante, mas você também não deve perder de vista o montante que você tem a pagar. Por isso, discrimine todos os débitos que sua empresa precisa quitar. Separe cada um deles, o valor total e o valor das parcelas (se for o caso), para que você saiba o qual o montante necessário para quitar estas dívidas e se precisará deslocar verba ou apertar o cinto nos próximos meses.

5 – Hora de cruzar os dados

Antes de mais nada, determine qual o período desejado para a análise. É mensal, bimestral, semestral, anual? Compile todos os dados do período e então avalie se as receitas atuais e o saldo a receber é maior ou menor do que as suas despesas e dívidas. 

6 – Estabeleça metas e ações

Após entender como está o setor financeiro você deve estabelecer metas de redução de custos e despesas para o próximo período. Você pode, por exemplo, identificar uma oportunidade para redução no consumo de energia elétrica, ou definir por procurar um fornecedor com condições e preços mais acessíveis. 

O que fazer com o lucro da empresa?

O que fazer com o lucro da empresa

Essa é uma pergunta frequente que me fazem e o que sempre digo é Lucro da empresa é da empresa.

Por que falo isso? Pelo motivo que muitos empresários acham que o lucro da empresa é deles e pega e gastam como quiser.

O recomendado é sempre investir o lucro da empresa nela mesma.

Faça primeiro uma reserva de emergência que em momentos de dificuldades ou crise tem um dinheiro disponível para isso. Ideal é um valor que sustente 6 meses dos gastos médios da empresa.

Outra parte do lucro realize aplicações financeiras, faça com que seu dinheiro investido gere lucros para você. Assim verá o patrimônio aumentando todos os meses com os juros ganhos.

Faça diversas reservas de dinheiro para outras ocasiões tais como: pagamento de décimo terceiro, pagamento de férias, demissões, etc.

Tudo isso faz com que sua empresa tenha segurança financeira e não tome sustos quando alguma conta que você não tinha planejado aparecer.

E aí o que achou? Quero sua opinião.

Como quitar as suas dívidas

Como quitar as suas dívidas

A riqueza é como uma árvore, cresce a partir de uma semente. Quanto mais cedo plantá-la, mais cedo a árvore crescerá.

A primeira etapa para aqueles que estão com dificuldades financeiras e pretendo no curto prazo resolver essa situação e no longo prazo criar uma possibilidade de mais segurança gosto dessa frase do exemplo relacionando a riqueza com uma árvore, tudo começa a partir de uma semente.

Seguindo essa linha o que a literatura e especialistas falam é que você deve sempre guardar 10% do seu salário como forma de pagar a si mesmo antes de pagar todas as suas contas.

Esses 10% você deve religiosamente separar todos os meses, investir em uma aplicação financeira para render juros e garantir assim uma segurança financeira para você e sua família. Essa segurança é importante pois nunca sabemos que imprevistos podem surgir.

Desta forma sobram 90% para que você viva sua vida, mantenha seus padrões de gastos essenciais e gastos não essenciais, tais como, jantares em outros lugares, entretenimento, etc.

Só com essa disciplina de separar os 10% para investir e saber que deverá adaptar suas contas para caber dentro dos 90% já é um grande avanço, mentalmente você já se adapta a nova realidade.

E não interessa o quanto você GANHA e sim o COMO você gasta.

Sempre tem como reduzir gastos desnecessários e levar uma vida mais simples. Se sua vida não cabe dentro dos 90% significa que você está em um padrão de vida que não comporta sua renda, ou seja, tem que reduzir mordomias.

E se o momento é mais complicado, tem dívidas, e está difícil de sair, o que a literatura e especialistas recomendam é:

  • 1 – Honre suas dívidas, se tem dívidas foi você que fez, foi decisões suas que não foram bem planejadas, então honre com elas. Fale com todas as pessoas e empresas que você tem essas dívidas e comente que vai começar a quitar as contas todo mês
  • 2 – Continue investindo os 10% para sua segurança financeira
  • 3 – Separe 20% para ser distribuído entre todas as pessoas e empresas que está você tem dívidas
  • 4 – Viva com os 70% restantes, se necessário, terá que neste momento reduzir o padrão de vida, vender coisas que não utiliza mais, vender o carro e comprar um mais barato, buscar formas de aumentar as receitas, entre outras coisas.

Tudo isso será necessário e por prazo curto até que quite todas as suas dívidas. Depois volta ao normal.

Lembrando que tenho relatos de pessoas que passaram por isso e como conseguiram e se adaptaram com 70% das receitas, após pagarem todas as dívidas ao invés dos 20% que eram destinados as dívidas eles voltarem a aumentar o padrão de vida ele uniram junto com os 10% de investimento e aumentaram ainda mais o capital de segurança.

https://youtu.be/wJZATp60T9c

Legal né? Comenta aí o que achou?

Estratégias para empresas pós coronavírus

A crise causada pelo coronavírus, sem dúvida, irá afetar muito os negócios e o comportamento de agora em diante. Por este motivo, é preciso se adaptar desde já e criar estratégias para empresas pós coronavírus.  

Embora ainda estamos em meio à pandemia, uma coisa que temos certeza é que irá passar. E desta forma, teremos oportunidades para empresas que estiverem melhores preparadas.

Vamos falar agora de algumas estratégias e como pode aplicá-las.

Porque pensar em estratégias para empresas pós coronavírus?

As empresas sentiram um baque por causa da crise e com certeza ninguém no mundo previu em seus plano de negócios uma pandemia. O coronavírus afetou não só o sistema de saúde, mas toda a base da sociedade, impactando a economia, logística, comércio, sistema educacional e relações familiares.  

De acordo com um estudo realizado pelo Google, existem algumas tendências de comportamento no mundo pós coronavírus.

Entre as principais tendências está a aceleração da digitalização do trabalho e educação, aumento de compras online e de uso de serviços de delivery, aumento na utilização de streamings, aumento na consciência do coletivo, urgência na retomada de grandes decisões e planos, entre outros.

Com tantas mudanças, é fundamental pensar em estratégias para empresas, conforme vou falar a seguir.

Estratégias para empresas pós coronavírus

1- Melhore o relacionamento com clientes

Uma das principais mudanças é na maneira como nos relacionamos com nossos clientes. Por este motivo, é preciso pensar em estratégias para melhorar o relacionamento com seus clientes após a crise.

O importante é atender às expectativas do seu cliente e atendê-lo da melhor maneira. Crie estratégias de vendas e de pós-vendas para fazer com que eles voltem a fazer negócios com sua empresa.

2 – Revise seu modelo de trabalho

Se uma coisa deixou claro durante a quarentena é que muitas funções não precisam ser desempenhadas necessariamente dentro da empresa. O regime de trabalho home office, por exemplo, é uma alternativa que pode ser utilizada por muitas pessoas quando a pandemia passar.

O trabalho remoto é uma alternativa e pode ser utilizado em alguns dias da semana, deixando a equipe mais a vontade e motivada, por exemplo. 

3 – Invista no digital

As compras pela internet dispararam. Não importa se sua empresa seja um comércio, indústria ou serviço. É preciso investir em canais digitais para que potenciais clientes encontrem o seu negócio.

4 – Fluxo de caixa é importante

O coronavírus comprovou, de uma vez por todas, que a grande maioria das empresas não estava preparada financeiramente para qualquer tipo de crise, seja ela grande ou pequena. 

Desta forma, esta é uma oportunidade para estruturar financeiro de sua empresa criando um bom fluxo de caixa do seu negócio. O primeiro passo para começar a ter lucros é a organização financeira.

5 – Utilize a tecnologia a seu favor

Utilizar a tecnologia para auxiliar a gerenciar a sua empresa é uma boa saída para vencer a crise causada pelo coronavírus. Utilizando a tecnologia é possível manter organizado todos os setores da sua organização e ter dados rápidos e confiáveis para a tomada de decisões.

2 Dicas para Reduzir o Custo de Produto

Dicas para Reduzir o Custo de Produto

Sempre me pedem é sobre custo de produto. Tenho duas dicas fundamentais para que você tenha cuidado e preste atenção.

1) Preço de compra é diferente de custo do produto

Uma coisa é o preço que está na nota fiscal quando você adquire um produto, outra coisa é saber o que tem de custo envolvido dentro deste preço de compra, o que formaria o custo total do produto. Vamos a um exemplo: eu compro uma caneca a R$10,00 esse é preço que meu fornecedor me fez, agora junto com isso eu tenho que pagar frete, diferencial de alíquota (se comprar de outro estado), etc. Então esse cuidado que temos que ter, pois isso pode diferenciar muito de uma compra ou outra e o mais importante é sempre converse com seu contador para saber e entender esses custos “escondidos” que possam ter.

2) Gestão financeira

Algumas empresas não entendem o motivo de seu concorrente conseguir fazer um preço muito melhor sabendo que compram do mesmo fornecedor. E a resposta para isso é: um tem melhor gestão financeira. Isso mesmo. Quando você tem uma excelente gestão financeira você conhece seus custos e despesas melhor que ninguém e consegue manter uma estrutura da empres enxuta o que faz ter menos gastos que outras empresas. Assim, consegue oferecer produtos com preços mais atrativos, uma vez que não tem tantas despesas no final do mês para pagar.

Como aumentar seu ticket médio

ticket médio

Ticket médio nada mais é do que o valor médio gasto por cada cliente em sua empresa. 

Temos que fazer com que cada cliente no momento que faz uma compra conosco compre o máximo de coisas possíveis para aumentar esse valor. Pois é muito mais interessante 2 clientes comprando 50 reais cada um do que 10 comprando 10 reais, essa é a ideia.

O ticket médio é calculado a partir da soma de todas as vendas realizadas, em um determinado período, dividido pelo número de clientes que compraram nesse intervalo.

Suponha que uma loja tenha realizado 10 vendas em um dia, com os seguintes valores: R$ 200, R$ 300, R$ 150, R$ 75, R$ 33, R$ 55, R$ 500, R$ 90, R$ 100 e R$ 80.

Logo, o faturamento total foi de R$ 1.583. Dividido pelas 10 vendas temos o ticket médio de R$ 158,30.

Agora que já sabe como calcular, vamos para 9 dias de como você pode aumentar o ticket médio da sua empresa. Espero que ajude.

1- Ofereça produtos ou serviços complementares

A ideia aqui é que você faça uma análise das suas vendas e entenda os hábitos de compra dos clientes. Entenda exatamente o que seu cliente gosta na sua loja. Quando ele realiza alguma compra de um produto o que mais ele compra junto. Verifique o que mais é oferecido no fechamento do negócio. Por exemplo, quem compra um celular já oferece na venda uma capinha de celular junto com um fone de ouvido etc. Isso faz com que o cliente compre mais e deixa mais satisfeito com o serviço completo.  Outra dica é montar combos ou kits fazendo com que o cliente compre o combo por ser mais vantagem mas aumenta o seu ticket.

2- Mantenha contato

É muito mais custoso vender para novos clientes do que vender para já clientes. Por este motivo, faça um trabalho com a base de clientes atuais. Entre em contato com frequência por e-mail, telefone, WhatsApp, etc. Mostre as novidades que você tem, envie dicas e cases de outros clientes.

3- Incentive a indicação

Faça planos para seus clientes trazerem seus amigos para comprar e ofereça cupons de desconto ela indicação. Assim eles ficam contentes por ganharem desconto nas próximas compras e você ganha um cliente novo.

4 – Frete grátis

Oferecer frete grátis é excelente para incentivar o seu cliente a gastar um pouco a mais para garantir o frete grátis. Desta forma o cliente pensa se vale a pena ele pagar o frete ou incluir mais um ou dois produtos para ganhar o frete grátis.

5 – Cartões presente 

Cartão presente fidelizam o cliente e ainda incentivam a gastar mais. Defina a cada valor gasto o cliente ganha um cartão presente de determinado valor, desta forma incentiva ele comprar mais alguma coisa para utilizar esse cartão presente.

6 – Descontos por quantidade

Esse é o famoso pague por 4 e ganhe 5. Incentiva o cliente a comprar um quantidade um pouco maior para garantir um ou dois de brinde. Assim ele gasta um pouco mais com você.

7 – Mais produtos

Oferecer uma gama maior de produtos é muito legal para fazer o cliente comprar mais. Por exemplo: se você vende cadernos por que não vender também canetas, estojos, etc? Assim faz o cliente adquirir mais produtos. Analise que outros produtos seriam interessantes vender na sua empresa para fazer os clientes comprarem mais.

8 – Brindes

Quem não gosta de um brinde? Essa dica é para fidelizar o cliente, fazer ele se sentir especial e indicar a sua empresa para mais gente.

9 – Treine seus vendedores

Essa dica é uma das mais importantes na minha opinião. De nada adianta o cliente entrar na sua loja e ser mal atendido ou o cliente compra um item e o vendedor nem fez esforço em perguntar se o cliente desejaria mais alguma coisa. Então, faça treinamentos constantes para seus vendedores, invista nisso para ter resultados melhores na frente.

Então pessoal seria isso, espero que tenham gostado! Até.

Como calcular o preço de venda do seu produto?

como calcular preço de venda

A formação do preço de venda é certamente uma das tarefas mais importantes e mais complicada para todos empresários. Ainda mais que, para evitar prejuízos, é necessário que o empresário considere diversos fatores na hora de precificar um produto.

Por este motivo este artigo vai ajudar você no cálculo do preço de venda do seu produto.

Composição do Preço de Venda

A composição do preço de venda dos produtos para os clientes depende de alguns elementos, tais como: despesas fixas, custos variáveis, concorrência, entre outros.

Juntamente com os custos e despesas, temos que lembrar de definir o lucro que desejamos para nosso produto. Afinal, temos que garantir a lucratividade do negócio e poder crescer de forma sólida e saudável.

Antes de mais nada, é bom lembrar que a definição do preço de um produto dependerá de um equilíbrio entre o preço de mercado e o valor de venda calculado para o seu seu produto. No preço calculado existem diversos elementos necessários para precificar, como já citado. Vamos à alguns exemplos deles:

  • Despesas fixas: toda despesa relacionada à estrutura da sua empresa, por exemplo, às administrativas e comerciais – aluguel, energia elétrica, telefone, IPTU, contador, salários, encargos sobre salários (férias, 13º salário, FGTS, rescisões contratuais), entre outros.
  • Custos variáveis: todo custo relacionado à fabricação e compra de um produto – matéria prima, compra mercadoria de fornecedores, custos de produção, entre outros.

Além disso, temos ainda como custos variáveis o frete da mercadoria vendida, comissão dos vendedores e carga tributária. Este último, vai depender do sistema tributário em que a empresa está enquadrada e os tributos incidentes sobre o preço de venda do seu produto. Além disso, vale lembrar dos impostos que incidem sobre a compra de seus produtos, como a substituição tributária e o diferencial de alíquota.

O que é o Diferencial de Alíquota

O diferencial de alíquota de ICMS é uma tentativa de igualar condições na compra de produto com fornecedores de outros Estados do seu. Assim, se comprar mercadoria de outro Estado, você precisa recolher a diferença de alíquota praticado no Estado de origem e a praticada no seu Estado. Vamos a um exemplo rápido:

Supondo que sua empresa seja de Rio Grande do Sul (RS) e compre R$1.500,00 de mercadorias de um outro Estado, como por exemplo Santa Catarina (SC). Entre SC e RS a alíquota do ICMS é de 12% e no RS a alíquota dentro do Estado é de 18%. Contudo, esta diferença a ser recolhida de ICMS será de 6% sobre o custo do produto, ou seja, R$90,00 (R$1500,00 x 6%). Sendo assim, o custo total desta mercadoria será de R$1.590,00.

Agora que já entendemos o básico das despesas e custos envolvidos, vamos entender melhor cada um deles.

Como calcular as despesas fixas no preço do produto

Antes de mais nada, vamos entender o que é despesas fixas. As despesas fixas são gastos que acontecem independentemente de ocorrer ou não vendas na empresa. Em outras palavras, são gastos que se não existir nenhuma venda você terá essa despesa de igual forma. Assim, se você tem todas essas informações referente as despesas fixas será possível apurar as seguintes informações:

  • quanto esses gastos representam do valor das vendas;
  • quanto preciso vender para pagar as despesas fixas (ponto equilíbrio);
  • quanto considerar no preço de venda que contribua para pagar as despesas fixas.

Para considerar as despesas fixas no preço do produto primeiramente precisamos saber o quanto estas despesas representam sobre as vendas. Para chegar nesse percentual, o mais comum entre as micro e pequenas empresas é utilizar a base de volume de vendas.

Sendo assim, o cálculo é feito dividindo o total das despesas fixas da empresa pelo total de vendas do período. Conforme fórmula abaixo:

Total das Despesas Fixas ÷ Total das Vendas x 100.

O resultado indica o percentual (%) que as despesas fixas representam sobre as vendas.

IMPORTANTE: O ideal é fazer esse cálculo com o total de despesas fixas e o total de vendas do período de um ano. Dessa forma o resultado irá conter a média de 12 meses, levando em consideração todos os picos e baixas nas vendas.

Vamos ver um exemplo prático:

  • Valor total das Despesas Fixas (anual) = R$ 36.000,00
  • Valor total das Vendas (anual) = R$ 240.000,00
  • Despesas Fixas sobre as Vendas = (R$ 36.000,00 ÷ R$ 240.000,00) x 100
  • Despesas Fixas sobre as Vendas = 15 %

Esse resultado deverá ser considerado para a formação do preço de venda de seus produtos.

Como calcular os custos variáveis no preço do produto

São os valores gastos quando se realiza vendas dos produtos. Ou seja, a cada venda que é realizada, você deve identificar quais os custos que estão diretamente ligados a ela. Normalmente são considerados os impostos sobre a venda, bem como a comissão de vendedores e o próprio custo de compra do produto ou matéria prima.

Além do exemplo acima, em algumas empresas temos as taxas de cartões de crédito e débito que também devem ser consideradas. Assim, com todas essas informações referente aos custos variáveis em mãos, será possível:

  • estabelecer melhor os preços de vendas dos seus produtos;
  • conhecer melhor o valor total do custo de seus produtos;
  • maior precisão nos resultados das vendas;
  • mais segurança ao aplicar descontos e promoções.

Para calcular os custos variáveis no preço do seu produto, pense na seguinte situação: quando eu vender um produto, quais são os custos, taxas ou descontos que são descontados diretamente na minha venda. Vamos a um exemplo:

Digamos que se caso vendermos um produto por R$2.500,00, identifique os custos que devem ser pago:

  • Impostos sobre venda e/ou faturamento: = 4%
  • Comissão de Vendedores: 3 %
  • Taxa de cartão: 3,5%

Assim, teremos um total de 10,50% de custos variáveis, que são pagas quando a venda é realizada. Só para exemplificar: 

Despesas variáveis = R$262,50, ou seja, (10,50% de R$2.500,00)

Resumindo

Praticando estas etapas na sua empresa, você conseguirá ter os custos da empresa e os custos das mercadorias vendidas que podemos assim resumir:

  • + Valor de Custos das Mercadorias
  • + Despesas Fixas (% sobre as vendas)
  • + Custos Variáveis (% impostos, % comissões, taxa de cartão, etc.)
  • = Custo Total da Mercadoria

Agora vem a cereja do bolo: O nosso lucro.

Margem de lucro, como definir

Primeiramente você precisa saber as despesas fixas e os custos variáveis do seu produto, conforme já explicado aqui. Logo após, é possível definir a margem de lucro que sua empresa pretende obter. Lembrando, que a margem de lucro deve ser levada em conta o que o mercado está praticando. Em outras palavras, seu lucro tem que ser justo e competitivo, deve existir um equilíbrio entre o preço de venda do seu produto com o que o mercado está aplicando. 

Markup: o que é e como calcular

Definido todas as etapas anteriores, é hora de conhecermos um índice de comercialização. Uma fórmula matemática que considera algumas variáveis para gerar um índice para cálculo. Esse índice é chamado Markup e é utilizado para a formação do preço de venda dos produtos. A fórmula é:

100 / [100 – (% DF + % CV + % L)]

Onde:

  • 100 representa o preço unitário total de venda em percentual;
  • DF para Despesa Fixa;
  • CV para Custo Variável;
  • L para Margem de Lucro.

Um exemplo prático para usar essa fórmula pode ser uma micro e pequena empresa que é optante pelo Simples Nacional, com alíquota de 4% sobre o faturamento. Como despesas fixas, tais como: aluguel, salário, telefone, aluguel, entre outros, que totalizam 15% do faturamento da empresa.

De custos variáveis como: embalagens, imposto e o frete, representam 20% do custo do produto. Por fim, a margem de lucro que a empresa pretende é de 25%. Então a fórmula fica:

100 / [100 – (% DF + % CV + % L)]

100 / [100 – (15 + 20 + 25)]

100 / (100 – 60)

100 / 40

Markup = 2,50

Em resumo, o markup a ser aplicado para cálculo do preço de venda é 2,5. Por exemplo, temos o custo de um produto R$ 120,00, multiplicando pelo markup, o produto deve ser vendido por R$ 300,00. Dessa forma, o valor final cobre o custo de compra, as despesas fixas, custos variáveis e sobra 25% do lucro desejado.

Preço de Venda = 120,00 x 2,50 = 300,00

Vamos para mais um exemplo prático. Vamos considerar que seu produto ou serviço custa R$50,00, e que você tem os seguintes índices:

CV=10%, DF=10% e L=10%

Aos cálculos:

100 / [100 – (% DF + % CV + % L)]

100 / [100 – (10 + 10 + 10)]

100 / (100 – 30)

100 / 70

Markup = 1,4286

Assim, basta multiplicar o valor do markup pelo custo do produto ou serviço. Ou seja:

Preço de Venda = 50,00 x 1,4286 = 71,43

Consegui ajudar nos primeiros passos para formação do preço de venda de seus produtos? Deixe seu comentário.

A importância de gerenciar as contas a pagar

A importância de gerenciar as contas a pagar

Todo empresario indiferente do seu tamanho da empresa deve manter as contas a pagar organizadas em pastas, planilhas ou se possível em sistemas. 

Vejo muitos empresários que pensam que contas a pagar é apenas os boletos que estão para vencer. Porém, é muito além disso. É tudo que sai de dinheiro da minha empresa. Precisamos considerar todas as contas do mês, tais como: aluguel, água, energia elétrica, conta telefone e celular, os pagamento fornecedores, tributos e obrigações trabalhistas.

O segredo aqui é Organização. Não tem como ser  bem sucedido se não é organizado e não planeja suas ações com antecedência. Por isso falo da importância de gerenciar as contas a pagar.

Para isso, um bom controle financeiro ajuda e muito. E não pensa que preciso de um sistema ou software complexo para isso, pode começar com uma simples planilha de excel onde deve ter todos os pagamentos que precisam ser feitos, seus valores e as datas de vencimento.

Tem que acessar essa planilha diariamente. Sempre que um pagamento for realizado ou uma nova divida for gerada. Importante hein, registre imediatamente.

A medida que aumenta fluxo de informações aí sim pode ser que as planilhas não sejam suficientes e você precisa começar a pesquisar e buscar sistemas de gestão para ajudar nesse processo. Mas antes disso, nem recomendo. O importante aqui é você controlar e ter disciplina para isso. Não adianta pagar um sistema se não usar ele, não é mesmo?

Com todo esse controle em mãos, consigo saber com antecedência os pagamentos que devem ser realizados, consigo projetar se vou ter disponível dinheiro em caixa para pagar determinadas contas em alguns meses. Consigo fazer provisões do que virá pela frente. Isso tudo ajuda a planejar evitando que certos meses fiquem sem dinheiro devido a sazonalidade das vendas. 

Se tenho bastante dinheiro em caixa consigo fazer algumas análises tais como ver se vale a pena realizar alguma compra a vista para ganhar um bom desconto, isso claro, se o desconto concedido for mais interessante do que deixar meu dinheiro rendendo em alguma aplicação financeira. Tudo isso consigo fazer se tudo estiver organizado.

E sempre que possível verifique oportunidades de descontos de despesas que podem ocorrer, para sobrar mais dinheiro no final de cada mês.

5 Dicas Indispensáveis Para a Gestão de Empresas

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Abrir o próprio negócio no Brasil não é uma tarefa fácil. Mas mais difícil que abrir é mantê-lo operando. De acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 50% das empresas nacionais encerram suas atividades em apenas quatro anos. Diante desse valor, é importante que a gestão da empresa seja bem fundamentada e estruturada, para que tenha sucesso e não entre para essa estatística. Se você deseja abrir o seu negócio, veja as dicas indispensáveis para a gestão de empresas que preparamos para você.

1. Conheça os números para melhorar a gestão da empresa

Parece clichê, mas grande parte das empresas que encerram suas operações tinham uma gestão que não conhecia os dados da companhia. É essencial que o gestor saiba tudo sobre os números das movimentações, os custos mensais, margem de lucro.

Além disso, é recomendado conhecer não só os valores da empresa, mas do mercado. Saiba quanto gira o seu negócio no âmbito nacional e internacional e como atuam seus concorrentes e aplique isso nas metas e decisões que tomar.

2. Crie um bom planejamento estratégico

A base para a boa gestão de empresas é o planejamento estratégico. Nesse momento, vamos estudar o ambiente interno e externo, definir as metas e objetivos do negócio, os parâmetros de controle (como indicadores de desempenho), além, é claro, dos planos de ação.

Valores, missão e visão

Esses três elementos são um norte da empresa. Os valores determinam a postura ética da organização, enquanto a missão é o objetivo dela no mercado, o que ela se propõe a fazer.

Por último, a visão é o direcionamento do negócio, ou seja, o que ele pretende conquistar no longo prazo. Cada colaborador, ao entrar na empresa, tem conhecimento desses três elementos e deve se espelhar neles.

Avaliação do ambiente

Temos que realizar, ainda, a avaliação SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities and Threats), que, em português, pode ser interpretada como avaliação FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças). Por meio dessa ferramenta, é possível avaliar o cenário – ou análise de ambiente – sendo uma base para o planejamento estratégico.

3. Defina metas inteligentes para o negócio

Um ponto fundamental na gestão de empresas é a definição de metas para o negócio. O ideal é estabelecê-las com critérios objetivos. Para isso, devemos obedecer o padrão de metas SMART, uma sigla em inglês que representa: S (Specific), M (Measurable), A (Attainable), R (Relevant), T (Time Based). Traduzindo para o português, temos:

S – Específicas

Toda meta precisa ser específica, isto é, ser representada por meio de dados e números exatos para que sejam compreendidas. Simplesmente dizer que a meta de uma equipe é “Vender mais” não significa uma meta específica. Ela deixa aberturas para interpretações diferentes, tendo vários caminhos a seguir. Um bom exemplo de meta específica é: “Aumentar as vendas em 20% criando um blog da empresa com Marketing de Conteúdo”. Com essa meta, fica claro o objetivo da equipe e o método que deverá ser usado para alcançá-lo.

M – Mensuráveis

“O que não pode ser medido, não pode ser gerenciado.” Assim diria Peter Drucker, uma das referências em Administração Moderna. Pensando dessa forma, nada adianta criar uma meta se ela não pode ser medida e avaliada. Após definir a especificidade da meta, defina o valor que deve ser atingido e quanto tempo deverá ser gasto para chegar no objetivo.

A – Atingíveis

Não adianta estabelecer uma meta que não pode ser atingida, seja pelo resultado ou pelo tempo. Se ela não pode ser alcançada, gerará na equipe um sentimento de frustração e desmotivação. Esteja certo que há meios para se alcançar o objetivo e que o tempo estimado para conclusão é suficiente.

R – Relevantes

É muito importante que as metas estejam adequadas aos valores, à missão e à visão do negócio, elementos estabelecidos no planejamento estratégico. Devem ser objetivos que façam a diferença, que gere vontade da equipe de alcançá-los.

T – Temporais

Como já falamos, todas as metas devem ser mensuradas, tendo um valor a ser atingido. Mas e se esse valor não for acompanhado de prazo? Imagine a seguinte meta: vender 1000 produtos na loja virtual. Como não há um prazo definido, essa meta pode ser alcançada em um mês ou em 10 anos! Por isso é importante definir o tempo de conclusão.

4. Estabeleça os indicadores-chave de desempenho

Tão importante quanto planejar os passos do seu negócio é acompanhar os resultados para ver se tudo está acontecendo de acordo com o previsto. Porém, a gestão tem que ser resiliente, conhecendo os imprevistos do mercado e se adaptando às circunstâncias.

A melhor forma para monitorar o seu negócio é definir os indicadores-chave de desempenho que serão acompanhados. Como cada empresa possui as suas peculiaridades e prioridades, não existe um padrão a ser seguido nesse sentido.

O mais importante é que você defina as suas metas e objetivos para saber exatamente o que vai acompanhar. Só assim pode definir o que deve ser priorizado e o que não é tão relevante assim.

5. Conte com as ferramentas de gestão

É extremamente importante a utilização de ferramentas de gestão para monitoramento do negócio. Nesse sentido, podemos dizer que é possível utilizar tanto as ferramentas tradicionais de monitoramento, quanto àquelas que permitem a automação do negócio. Vamos conferir cada uma delas logo abaixo.

Ferramentas tradicionais

Entre elas, podemos incluir o controle dos fluxos de caixa, fundamentais para o acompanhamento da movimentação de recursos operacionais do negócio. Temos também a análise SWOT, já avaliada por nós, a matriz BCG, usada para verificar o ciclo de vida de determinados produtos, além do Bechmarking, que é fundamental para identificar as tendências do mercado para atualização da gestão da empresa.

São inúmeras as ferramentas e todas elas são importantes para tornar a gestão do seu negócio ainda mais profissional.

Softwares de gestão de empresas

Softwares e sistemas de automação são indispensáveis para a melhoria da gestão. Atualmente, não existe negócio que não conte com esse tipo de solução. Desde negócios muito pequenos, como bancas de jornal, até as multinacionais, utilizam sistemas para tornar toda a rotina mais ágil.

O mais importante na hora de implementar os softwares de gestão no seu negócio é considerar quais são as necessidades da sua empresa. Afinal, cada setor possui suas características e peculiaridades. Por isso, você deve procurar por um fornecedor que ofereça soluções personalizadas.

Caixa no Vermelho? Aprenda a melhorar a gestão financeira do seu negócio

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Começa e termina o mês e é sempre aquele mesmo problema. Falta dinheiro em caixa,  você precisa pedalar o pagamento de fornecedores e não consegue nem imaginar como vai quitar os impostos. Talvez você passe por esta situação com frequência. Ou talvez conheça alguém que sente isso na pele. O certo é que, com algumas mudanças de hábito e controle é possível melhorar a gestão financeira da sua empresa e nunca mais ter este tipo de problema.

Realizar uma boa gestão e manter todas as contas organizadas e em dia não é exclusividade de grandes empresários ou de gênios da administração. Afinal, não é preciso muitos investimentos ou a contratação de alguém especializado no assunto. Mas é necessário, sim, empenho organização e disciplina. 

Isso porque um dos principais motivos para o fechamento de empresas no Brasil é a falta de capital ou lucro. Ou seja, melhorar a gestão financeira é uma maneira de evitar a falência de muitas negócios.

Por isso, é importante começar agora. Porque quanto mais tempo você demorar, mais difícil fica para organizar a casa e começar a ter resultados. Para te ajudar, preparamos este guia com algumas ações que você pode aplicar na sua empresa.

Dicas para melhorar a gestão financeira do seu negócio.

1- Siga o seu Planejamento Financeiro Empresarial

Primeiramente, o planejamento é essencial para o sucesso do empreendimento. E sendo um dos setores mais importantes de um negócio, o setor financeiro não pode ser deixado de lado. 

Com um bom planejamento financeiro, podemos projetar receitas e despesas, definir prioridades e termos maior segurança na hora de fazer algum investimento.

Neste artigo você aprende como fazer um planejamento financeiro empresarial.

Mas de nada adianta criar um planejamento e não segui-lo. É importante fazer este planejamento no mínimo uma vez por ano e atualizá-lo sempre que possível. O mais importante é colocá-lo em prática e mensurar os resultados.

2- Cuidado com o Fluxo de Caixa

Quando falamos em gestão financeira, o fluxo de caixa deve ser o seu melhor amigo. É ele quem controla as entradas e saídas da sua empresa. Ou seja, é a partir dele que você pode avaliar a saúde financeira do seu negócio

Porém, isso só é possível se ele estiver com as informações atualizadas e completas. Portanto, para garantir que você faça uma análise assertiva, é preciso ser rigoroso no preenchimento dos dados.

Para ter um controle preciso, você pode criar uma planilha de controle diário para registrar TODAS as movimentações de recursos. Anote os pagamentos e recebimentos, os valores e a data. 

Depois, basta compilar os dados desta planilha de controle diário para o seu fluxo de caixa mensal. Dessa maneira você terá um entendimento muito maior sobre todas as suas despesas e receitas.

Neste link você pode baixar um kit de planilhas que pode auxiliar na gestão financeira do seu negócio.

3- Evitar gastos desnecessários auxilia a melhorar a gestão financeira da sua empresa

Quando você começa a controlar as contas da sua empresa começa a entender quais são as suas principais despesas. E começa a notar oportunidades para diminuir estes gastos.

Dificilmente você vai conseguir cortar suas maiores despesas sem ter impactos negativos na qualidade e produtividade. Portanto, em um primeiro momento, foque em diminuir pequenos gastos, como energia elétrica, água, telefone, entre outros. Garanto que eles fazem toda a diferença no final do mês.

Afinal, a redução de despesas impacta diretamente na sua lucratividade no final do mês.

4- Mantenha seus pagamentos em dia

Pagar os seus fornecedores em dia não só é uma boa maneira de manter uma boa relação – o que pode garantir melhores condições e prazos no futuro – como é uma maneira de evitar multas e, consequentemente, poupar dinheiro.

Por isso, é importante que você tenha um controle rigoroso de contas a pagar no seu negócio. Portanto, organize os seus pagamentos e garanta que todos sejam quitados dentro da data limite. 

Muitas, empresas, principalmente quando estão começando a melhorar a gestão financeira, podem ter problemas de caixa e não ter recursos no momento do vencimento das contas. Isso pode ser resolvido negociando melhores prazos com seus fornecedores e também implementando algumas dicas do nosso próximo item.

5- Cuidado com seu Capital de Giro

Garantir que você tenha recursos à disposição para pagar os seus fornecedores antes do vencimento é essencial para manter o seu negócio funcionando. Por isso, é importante você tomar alguns cuidados com o Capital de Giro do seu negócio.

Ele evita que você precise pedir um empréstimo para quitar as suas dívidas, ou caia no cheque especial, o que é um perigo para a saúde financeira do seu negócio e afetar a sua lucratividade.

Uma saída é buscar estratégias para reduzir o número de parcelas de recebimento de clientes e procurar aumentar o número de parcelas de pagamento de fornecedores, assim, quando você precisar pagar seus fornecedores, terá recursos em caixa.

6- Faça o Planejamento Tributário

Se sua empresa passa por dificuldades financeiras, talvez você possa estar pagando impostos desnecessários. Uma saída é fazer um planejamento tributário da sua empresa. 

Antes de mais nada, é importante que você tenha o auxílio de um profissional qualificado para te auxiliar a analisar os tributos que você paga atualmente e buscar formas para diminuir a carga tributária sobre o seu negócio.

Em alguns casos, a mudança de Regime Tributário pode ser vantajosa e trazer benefícios para o seu negócio.

7- Conte com um sistema de gestão para melhorar a gestão financeira do seu negócio

Um sistema de gestão empresarial é uma maneira eficiente de garantir o controle das finanças da sua empresa e encontrar oportunidades para otimizar este setor. É possível manter o controle sobre o seu Fluxo de Caixa, contas a pagar e receber, controle de cheques, caixa, comissões, emissão de boletos e muito mais.